Abaixo, o texto que servirá de base para nossas conversas de hoje.
Saluba,
Nanã!
26 de Julho – Dia de louvar a
Grande Mãe Nanã.
"Quem quer encontrar
Nanã... Nanã está no intervalo entre o inspirar e o expirar... no intervalo
entre a inspiração, que é a vida, e a expiração, que é a morte; nesse intervalo
imperceptível da respiração é que está Nanã..." Palavras Luzes da nossa
amada Vovó Maria Conga na Tenda de Umbanda Luz do Oriente. Saluba, Nanã! Atotô,
Obaluaê, Ajuberô! Adorei as Almas! Saravá a Umbanda Sagrada!
As Yabás são as quatro faces da
Mãe Cósmica, a Grande Mãe, uma Realidade Divina. Nanã é a face Divina da Mãe
Cósmica, que depois da Concepção de Oxum (Maria Moça), e da Geração de Iemanjá
(Maria Matrona), temos a Transmutação com Nanã (Maria Anciã), sem esquecer
Iansã, a Yabá do elemento Ar, que conduz esses fluxos de vida das Três Yabás
das águas.
Nanã carrega, juntamente com
seu "filho" Obaluaê-Omolu, o Raio da Ancestralidade para o nosso
Plano (que aqui não se limita só a dizer terrestre), o Raio Branco da Criação,
daquilo que é mais Antigo. Esse Raio ao chegar em nossos planos vibracionais,
matiza-se em Branco-Violeta. Lembrando o conceito de Raios por Mãe Ita em
nossas aulas: "Raios são as
vibrações das qualidades Divinas, que atuam em todo o Cosmos, e que são
dirigidos por Divindades, que são ou não de nossa Evolução humana, como Grandes
Mestres e os Sagrados Orixás", essas vibrações ao penetrarem a
atmosfera de nosso Planeta, tanto no plano físico quanto em suas contra partes
etéricas, os planos astrais, se transformam em cores. Todo Raio é Luz, toda Luz
é som, todo som é movimento e frequência.
Nanã vibra o Raio branco
matizado com o roxo, ou violeta , ou ainda lilás é a frequência da Transmutação, e é usado pelos Pretos
Velhos, Mestres da Divina Magia e representantes desses Dois Orixás Nanã, a
Anciã, e Obaluaê - Omolu. Nanã tem seu ponto de referência, ou Portais
Naturais, pelas águas paradas, escuras, os mangues. Ela, e só Ela, carrega a
Chama da Vida/Morte, e não simplesmente dos desencarnes e reencarnações, mas de
uma dimensão Cósmica, da Grande Lei da Vida e de suas miríades de Evoluções
desconhecidas e obscurecidas por nossas concepções ainda limitadas. Nanã é a Grande
Senhora que nos impulsiona à necessidade da Transmutação, dos eternos ciclos
divinos. Seus assentamentos naturais nas águas "mortas" "paradas",
"profundas" e "escuras", como a "morte" indicam
que Ela está "parada”, e que a morte é uma ilusão, pois nada na Criação é
inerte.

Saluba
Nanã!

O texto foi editado a partir das aulas de Mãe Ita sobre Nanã, no site da nossa Tenda de Umbanda Luz do Oriente. Para ler na íntegra, clique aqui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário